Imagem institucional relacionada à obra no Aimorés e sua paralisação

O prefeito de São Gabriel da Palha, Tiago Rocha, afirmou que a obra do muro de contenção no bairro Aimorés foi paralisada após uma decisão do Tribunal de Contas. Em publicação divulgada pelo próprio prefeito no Instagram, ele relacionou a interrupção a uma provocação feita pelo vereador Léo Bragatto e por seu grupo político. Segundo a manifestação, a paralisação atinge uma intervenção que, de acordo com a gestão municipal, é considerada essencial para a segurança de moradores da região.

Na mensagem, o prefeito declarou que a obra é voltada à proteção de mais de 300 famílias que vivem no bairro. Ainda segundo Tiago Rocha, a suspensão fez com que as máquinas parassem de operar no local e recolocou os moradores em uma situação de insegurança. O prefeito também classificou a interrupção como prejudicial ao avanço do município e atribuiu motivação política à medida.

O que o prefeito alegou sobre a paralisação

No conteúdo publicado, Tiago Rocha afirmou que recebeu com indignação a notícia da paralisação da obra de encosta no Aimorés. Ele sustentou que a intervenção é vital para a preservação da vida das famílias que moram na área e associou a interrupção a uma decisão do Tribunal de Contas. Na mesma publicação, citou nominalmente o vereador Léo Bragatto e atribuiu ao parlamentar e a seu grupo político a provocação que teria levado à medida.

O prefeito também afirmou que há, segundo ele, um movimento político contrário às ações de sua administração. Na postagem, ele disse que esse grupo estaria atuando para impedir o progresso da cidade e para prejudicar os moradores do bairro. Ao expor essa avaliação, Tiago Rocha reforçou que a paralisação ocorre, na visão dele, em uma obra que considera prioritária para a segurança da população local.

Pontos centrais da manifestação

  • Prefeito atribui paralisação a decisão do Tribunal de Contas
  • Gestão diz que obra atende mais de 300 famílias
  • Prefeitura informa que equipe jurídica atua para tentar reverter o caso

Reação política e desdobramento anunciado

Além de responsabilizar adversários políticos pela interrupção, o prefeito usou tom de crítica ao grupo ligado ao vereador citado. Na publicação, afirmou que esse setor político não teria aceitado o resultado das urnas e que estaria agindo contra o bem-estar da população. Também declarou que a situação precisa ser conhecida pela população, ao defender que os moradores reflitam sobre quem, na avaliação dele, atua em favor da cidade.

No mesmo texto, Tiago Rocha informou que a equipe jurídica da prefeitura já está trabalhando para reverter a situação. Segundo o prefeito, o objetivo é retomar a obra e manter o compromisso da gestão com a segurança das famílias do bairro Aimorés. Ele encerrou a manifestação dizendo que a verdade irá prevalecer, sem detalhar no conteúdo publicado qual medida jurídica foi adotada ou em que fase está a discussão sobre a paralisação.

Até o conteúdo apresentado, não há, no material enviado, detalhes adicionais sobre a decisão do Tribunal de Contas, nem a íntegra do ato que determinou a paralisação da obra. Também não constam, no material-base, manifestação do vereador Léo Bragatto ou informação complementar sobre prazo para retomada dos serviços. Assim, o relato disponível se limita à versão apresentada pelo prefeito em sua publicação sobre a interrupção da obra no bairro Aimorés.

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